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Influenciadores também precisam de registro?


Influencers também precisam de registro?


A cada dia o número de influenciadores digitais cresce mais e mais, e muitos deles acabam conseguindo bastante destaque, alcançando um público muito amplo. Além de simplesmente produzir conteúdo, muitos passaram a tirar sua renda dessa atividade, fazendo com que, aos poucos, ela seja considerada profissão.


Mas, será que influencers também precisam do registro de marca? Vamos analisar!


Influenciadores digitais precisam registrar marca? Por quê?


Ao se propor a trabalhar na produção de conteúdo e se tornar uma pessoa pública, os influenciadores levam ao público sua identidade, suas ideias, criações, e etc. Essa visibilidade certamente desperta o interesse de outros criadores e até de grandes empresas, que podem sim desenvolver algo igual ou muito similar a algo produzido por eles.


Ou seja, sem registro, toda a identidade criada fica vulnerável, completamente desprotegida, e sem garantia de exclusividade, permitindo que terceiros se apossem e lucrem com sua marca.


Além da proteção da identidade, profissionais nesse ramo com marca registrada se tornam muito mais atrativos para as empresas que contratam influenciadores para campanhas publicitárias, já que marca registrada passa mais confiança e profissionalismo. Ou seja, com registro novas oportunidades começam a surgir, e a possibilidade de crescer ainda mais também se torna maior.


Mas não tenho uma marca propriamente dita, como posso fazer registro?


Essa é uma questão bastante válida, já que muitos influenciadores não criam um nome específico para sua conta, canal, blog, etc., e optam por usar o próprio nome. Em casos como esses, devemos dizer: influenciador, você É a sua marca! Seu produto é a sua imagem, portanto, você deve protegê-la.

Independentemente de utilizar seu próprio nome ou criar um específico, você pode (e deve) fazer registro de marca para que você seja o titular dela e tenha exclusividade para o uso dela.


Também pode surgir dúvida quanto à classe na qual deve ser feito o registro, já que uma única não será suficiente para proteger a marca por completo. Para isso, o ideal é consultar especialistas que saberão indicar quais as classes ideais para cada um.


Confira um caso que serviu de exemplo:


A blogueira Camila Coutinho, proprietária do blog de beleza e moda “Garotas Estúpidas” passou por um conflito com uma marca de cosméticos. Felizmente, a blogueira tinha registro e conseguiu impedir na justiça que a tal empresa utilizasse sua imagem e a do blog criado por ela.


Se Camila não tivesse registrado a marca dela, a empresa poderia ter se apossado da ideia, registrado, e feito com que ela tivesse de mudar toda a identidade do blog e do conteúdo que produzia.


Considerações finais


Após analisar todas essas informações, o que mais podemos dizer além de: proteja sua marca, independentemente de usar seu nome ou algum outro, e de trabalhar com Instagram, Youtube, blog, etc.?


Se você pretende encarar isso como profissão, garanta o registro da sua marca, acredite no seu potencial e não pense que “ninguém vai roubar minha ideia”.

Conte com a nossa equipe para ajudar no processo, nós cuidamos de tudo para você!

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